Suspeitas de meningite deixam Criciúma em alerta

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INFORMAÇÃO ATUALIZADA: 12h05

Segundo a enfermeira coordenadora de infecção Hospitalar do Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), Camila Borges, nesse momento nenhuma criança está em observação, no pronto socorro, do HMISC. A única criança que restava foi liberada há pouco, sem suspeita de meningite. A coleta do Líquor apresentou resultado negativo e a criança foi liberada.

COLETIVA HOJE PELA MANHÃ

Está sendo investigada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC), se foi realmente por meningite, a causa da morte de duas crianças do Centro de Educação Infantil (CEI) Beato Aníbal Maria di França, no bairro São Francisco. A análise está sendo feita pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) e o resultado sairá em dez dias.

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O assunto foi pauta de uma coletiva na manhã, desta quarta-feira, 25, na Prefeitura de Criciúma, com a participação do Prefeito Clésio Salvaro e profissionais da saúde da prefeitura.

Segundo o secretário de Saúde, Acélio Casagrande, são dez suspeitos com dois óbitos, sendo que no momento, duas crianças, conforme a atualização agora ao meio dia, as duas crianças foram liberadas, sem confirmação da doença.

“Todos os nossos melhores técnicos estão agindo desde o primeiro momento com bloqueios imediatos na comunidade. Em torno de 200 pessoas já receberam medicação e todas as pessoas informações sobre a doença. Os cuidados foram tomados e vamos continuar a reforçar ainda mais os trabalhos. É importante que os pais mantenham a carteirinha de vacinação dos filhos em dia”, solicita ele.

Medicação somente para quem manteve contato

Desde que tiveram início as suspeitas a quimioprofilaxia tem sido adotada como uma medida na prevenção à doença. A medicação está sendo destinada apenas para quem teve contato direto com as crianças que vieram a óbito, como por exemplo familiares, na mesma creche, profissionais de saúde que tiveram contato com a criança.

“ Trata-se de um antibiótico e caso seja meningite bacteriana a medicação atua para que a bactéria não se desenvolva. 70% dos casos são diagnosticados por essa bactéria C. Precisamos fazer a análise da tipagem dessa bactéria até porque as duas crianças que morreram estavam com sua carteira de vacinação em dia”, informa o diretor técnico da Secretária de Saúde, Ronald Benedet Barroso.

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