Hortas embelezam e ensinam plantio de alimentos em escolas de Criciúma

Mesmo com a pandemia, muitas unidades escolares preservaram o plantio de alimentos nos locais

As escolas municipais de Criciúma possuem um espaço reservado para o plantio de alimentos nas hortas. Mesmo com a pandemia e aulas remotas durante o ano passado, muitas unidades continuaram com as hortinhas, assim trazendo mais vida e cor para as escolas municipais. Como na Escola Básica Linus João Rech, do bairro Paraíso, que tem uma horta suspensa.

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“A ideia partiu da necessidade de brotar nas crianças o zelo pelo plantar e semear coisas boas para vida, uma maneira foi a horta escolar, que além de ter o compromisso/disciplina de regar e cuidar, tem um acréscimo nutricional para as refeições e lanches na escola”, afirma o diretor da unidade,
Jefferson Eroíno Rosado Texeira. A horta suspensa, também conhecida como horta vertical, foi criada para a otimização do espaço.

Foto: Jhulian Pereira

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, visitou a unidade na manhã desta quinta-feira, dia 29, e ressaltou o cuidado da unidade com a hortinha. “É um exemplo de escola em nível de Estado, aliás, as nossas escolas são unidades de exemplo. Mas na escola Linus João Rech vi algo que nunca tinha visto antes, uma pequena horta suspensa. Como o espaço físico não permite as hortas tradicionais, tiveram essa criatividade”.

Concurso de hortas nas unidades

Em 2019, as escolas municipais participaram do Concurso de Hortas Escolares, idealizado pela Secretaria Municipal de Educação. O objetivo da iniciativa era que os alunos tivessem uma alimentação saudável e contato com os alimentos. “Com a pandemia de coronavírus, tivemos que suspender essas atividades, mas assim que isso acabar e for seguro novamente ofertar essa atividade, vamos retomar”, frisa o secretário municipal de educação, Miri Dagostim.

A ação contou com o apoio do Conselho Municipal de Educação Escolar (CAE), da Gerência de Agricultura e Agronegócio da Prefeitura de Criciúma, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) e das cooperativas de agricultura familiar Nova Vida e Nosso Fruto.

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