[VÍDEO] Venda de cerveja nos estádios divide opiniões

Os torcedores carvoeiros que forem domingo ao Heriberto Hulse poderão assistir Criciúma e Concórdia bebendo sua cervejinha. O motivo é a liberação da venda da bebida durante as partidas que passa a valer nesse Campeonato Catarinense. A lei, de autoria dos deputados do sul do estado, Rodrigo Minotto (PDT) e Manoel Mota (PMDB), foi aprovada pela Assembleia Legislativa no final de 2017, e assinada pelo governador Raimundo Colombo.

A liberação era um pedido antigo dos clubes catarinenses, que a partir de agora poderão ter uma renda extra durante os jogos, além de buscar uma parte do público que estava afastado da arquibancada. Isso porque uma pesquisa da Associação de Cubes de Futebol Profissional, a SCCLUBES, mostra que houve uma queda significativa de torcedores nos estádios por preferiram a comodidade de assistir aos jogos em suas casas, sem proibições.

Após nove anos de veto, os clubes deverão seguir algumas normas para a comercialização. Para garantir a segurança dos torcedores, deverão ser disponibilizados copos plásticos nos bares do estádio. Seguindo a teoria de conscientização, cartazes de “Se beber, não dirija” serão espalhados. E somente serão permitidas a venda de cervejas, vetando bebidas destiladas. Das marcas oferecidas, 20% deverão ser artesanais, dando ênfase aos produtores locais.

Mas ainda que haja regras, a norma não agrada a todos e divide opiniões entre os criciumenses.  Muitos argumentam que a ingestão de bebida alcoólica nos estádios representa um grande risco para a segurança. Outros alegam que não há relação entre bebida e violência no meio esportivo.

A equipe da Portal Litoral Sul foi a Praça Nereu Ramos para saber o que as pessoas acham da liberação de cerveja em jogos de futebol, assista:

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