Em 1927, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que os deficientes intelectuais poderiam ser esterilizados à força. O experimento do macaco e da criança se propôs a refutar essa teoria, mostrando que o ambiente era mais importante do que os genes, que a criação era a chave.
Embora os Kelloggs afirmassem que tratavam Donald e Gua da mesma forma, a criação dos filhos nem sempre foi amorosa.
Eles bateram nas cabeças de Donald e Gua com colheres para ouvir a diferença no som de seus crânios; faziam barulho para ver quem reagiria mais rápido; eles tentaram convencer Gua a não comer bolhas de sabão empurrando uma barra de sabão em sua boca; e eles giraram Donald em uma cadeira alta até que ele começou a chorar, tudo em nome da ciência.
Hoje, o experimento nunca seria aprovado no conselho de ética.
Kellogg elogiou o quanto Gua aprendeu e quantas qualidades humanas ela parecia desenvolver ao longo dos nove meses: ela caminhava ereta, usava um garfo e tinha expressões faciais humanas. Mas a tentativa de Kellogg de incutir o poder da fala no grunhido Gua foi um fracasso.
Mas Kellogg tinha outras preocupações que encerraram o experimento: saber que Donald estava se tornando mais chimpanzé do que Gua estava se tornando humano.
Gua e Donald lutaram de uma forma que mais parecia uma brincadeira de chimpanzé do que como os bebês interagem. Gua ensinou Donald a espionar as pessoas sob as portas. Donald começou a morder pessoas. Donald rastejou como Gua mesmo depois que ele podia andar, e começou a grunhir e latir como sua “irmã” quando ele queria comida.