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Padre da Diocese de Criciúma participa do Encontro Nacional Preparando o Jubileu 2025 

Padre Gabriel Manarim Dalmolin integrou a comitiva do Regional Sul 4 da CNBB, composta por 11 representantes

A Igreja, na liderança do Papa Francisco, promoverá em 2025, como ocorre a cada 25 anos, mais um Ano Jubilar. Um tempo de graça à luz da revisão do planejamento e fortalecimento da fé em Jesus Cristo. A temática para 2025 será Esperança. O coordenador Diocesano de Pastoral da Diocese de Criciúma, padre Gabriel Manarim Dalmolin, participou do “Encontro Nacional Preparando o Jubileu 2025”, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nos dias 29 e 30 de janeiro, na Casa Dom Luciano, em Brasília. A comitiva do Regional Sul 4 da CNBB, que compreende as dioceses de Santa Catarina, foi composta por 11 representantes.

Convidado especial para assessorar o evento, Dom Rino Fisichella, pró-prefeito do Dicastério para a Evangelização e coordenador do Jubileu 2025, destacou a sua felicidade em participar deste momento organizado pela conferência episcopal do Brasil e o seu encontro com o Papa Francisco antes de viajar. Segundo Dom Fisichella, o Santo Padre pediu-lhe que trouxesse a sua saudação e bênção a todos os brasileiros.

Jubileu 2025

O Jubileu 2025, um evento extraordinário da Igreja Católica que ocorre a cada 25 anos, está marcado para ser um período de perdão, reconciliação e indulgência. Os fiéis que visitarem as Basílicas designadas terão a oportunidade de receber a indulgência plenária. Este encontro culminará em 2025, exatamente 25 anos após o último Jubileu, proclamado por João Paulo II em 2000. O Ano Santo é tradicionalmente inaugurado com a abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro, no Vaticano, pelo Papa.

Logotipo do Jubileu

O logotipo representa quatro figuras estilizadas para indicar a humanidade dos quatro cantos da Terra. As figuras estão abraçadas uma à outra, para indicar a solidariedade e a fraternidade que unem os povos. O que está à frente está agarrado à cruz. É o sinal não só da fé que abraça, mas da esperança que nunca pode ser abandonada, porque precisamos dela sempre e sobretudo nos momentos de maior necessidade. Observemos as ondas que estão em baixo e que se movem, para indicar que a peregrinação da vida nem sempre se move em águas tranquilas. Muitas vezes, eventos pessoais e eventos mundiais impõem com maior intensidade o chamamento à esperança. É por isso que devemos prestar atenção à parte inferior da cruz, que se prolonga, transformando-se numa âncora, que se impõe ao tumulto das ondas. Como se sabe, a âncora tem sido muitas vezes usada como metáfora da esperança.

A âncora da esperança, na verdade, é o nome que na gíria marítima é dado à âncora de reserva, utilizada pelas embarcações em manobras de emergência para estabilizar o barco durante as tempestades. Não ignoremos o facto que a imagem mostra como o caminho do peregrino não é um acontecimento individual mas comunitário, com a marca de um dinamismo crescente que tende cada vez mais para a Cruz. A Cruz não é de modo algum estática, mas também ela dinâmica, curva-se para a humanidade como que para ir ao seu encontro e não a deixar sozinha, mas oferecendo a certeza da presença e a segurança da esperança. Finalmente, vê-se claramente o lema do Jubileu de 2025 com a cor verde.

 

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