Setor de embalagens plásticas investe em soluções para reduzir impacto ambiental e carbono
Divulgação
A indústria de embalagens plásticas flexíveis atravessa um período de transformações impulsionado pela necessidade de reduzir a emissão de gases de efeito estufa. Para aliar a segurança dos produtos à preservação ambiental, o setor tem investido em novas matérias-primas e tecnologias que priorizam a eficiência de recursos e a circularidade do plástico.
Moisés Silveira, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da Chromoplast Embalagens Plásticas, aponta que o progresso do setor nos últimos anos envolve múltiplas frentes. Estratégias como o uso de estruturas monomateriais, redução de espessura das embalagens, adoção de resina reciclada pós-consumo (PCR) e projetos de ecodesign têm demonstrado que é viável diminuir o impacto ambiental mantendo a integridade técnica do material.
De acordo com Silveira, o impacto de uma embalagem deve ser avaliado em todo o seu ciclo de vida. "Quando a embalagem é corretamente desenvolvida, utilizada e encaminhada para reciclagem, ela deixa de ser resíduo e passa a ser matéria-prima para novos produtos", explica o coordenador, reforçando o conceito de economia circular.
O movimento em direção à sustentabilidade também inclui a modernização de equipamentos, otimização logística e o uso de energia renovável. Um relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) destaca que a simplificação de polímeros em estruturas monomateriais facilita a triagem e o processamento para reciclagem.
Nesse contexto, a Chromoplast desenvolveu a linha Green Shield, que integra tecnologias voltadas à circularidade. A linha conta com a solução Regreen, que utiliza até 30% de resina reciclada (PCR), e a Monogreen, composta por estrutura monomaterial. As soluções atendem diversos setores, como nutrição animal, alimentos e produtos de higiene.