INSS dispensa perícia em segurados com doenças graves

A partir de agora, segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que têm doenças permanentes, irreversíveis ou irrecuperáveis, como HIV/Aids, Alzheimer, Parkinson e esclerose lateral amiotrófica, não precisarão mais passar por reavaliações médicas periódicas para manter seus benefícios, segundo a Lei 15.157/2025 publicada na semana passada. A medida vale para aposentadorias por incapacidade permanente […]

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A partir de agora, segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que têm doenças permanentes, irreversíveis ou irrecuperáveis, como HIV/Aids, Alzheimer, Parkinson e esclerose lateral amiotrófica, não precisarão mais passar por reavaliações médicas periódicas para manter seus benefícios, segundo a Lei 15.157/2025 publicada na semana passada.

A medida vale para aposentadorias por incapacidade permanente e para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), reduzindo a burocracia para pessoas com condições graves de saúde. A única exceção é em casos de suspeita fundamentada de fraude ou erro.

Outra novidade é que as perícias médicas para segurados com HIV/Aids deverão contar com a participação obrigatória de um médico infectologista.

A lei altera dispositivos da Lei de Benefícios da Previdência Social e da Lei Orgânica da Assistência Social, simplificando o acompanhamento médico para quem tem doenças graves e progressivas.

A norma foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e já está em vigor.


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