“Time fechado com experiência para o Senado e sangue novo para o governo”, diz Merisio sobre aliança para eleições

Gelson Merisio (PSD), candidato a governador em Santa Catarina, completou neste domingo a chapa majoritária que disputará as eleições em 2018. O vice-governador será João Paulo Kleinubing (DEM), com o ex-governador Raimundo Colombo (PSD) ao Senado e o deputado federal Esperidião Amin (PP) também na disputa para senador. O martelo foi batido no último dia de confirmações e agora prepara o caminho para a campanha, que se inicia a partir do dia 16 deste mês.

“Time fechado com experiência para o senado e sangue novo para o governo. Sentimentos de alegria e de urgência. Temos pressa de propor para vocês um novo salto de desenvolvimento, uma nova Santa Catarina”, afirma Gelsom Merisio, candidato a governador pelo PSD.

Duas candidaturas entre as três grandes que disputarão a vaga de governador em Santa Catarina concentram hoje as maiores estruturas partidárias e prometem ter também um grande grupo de cabos eleitorais formado pelas candidaturas paras as vagas de deputados estaduais e de deputados federais. São elas a de Gelson Merisio (PSD), já homologada em convenção e que na largada recebeu no mesmo dia o apoio de nove outras legendas, e a de Mauro Mariani (PMDB), homologada no último sábado, dia 4 de agosto, e seguida pelos apoios de PR e PPS neste domingo.

Para exemplificar, Merisio tem ao seu lado 72 candidatos a deputado federal e 172 candidatos a deputado estadual. E o candidato a governador já tem em sua coligação com PSD, PP, DEM, PSB, PDT e os outros dez partidos aliados uma força que soma o apoio de 124 prefeitos, 1233 vereadores e 125 vice-prefeitos. Na reta final, o candidato recebeu o reforço de mais cinco legendas.

A maior parte dessa força vem do fato de os pessedistas serem o segundo maior partido catarinense no número de prefeituras, e os pepistas a terceira maior força em prefeituras. Mas a eles ainda se somam a mais de uma dezena de cidades administradas por pessebistas, pessedistas e cidades administradas pelo DEM.

A única outra coligação que tem uma estrutura em tamanho semelhante é a composta pelo PMDB, PSDB, PR e PPS, que também somam uma grande número de prefeituras e devem polarizar a eleição deste ano. Mauro Mariani (PMDB) conseguiu impor sua candidatura, contestada dentro do próprio partido em muitos momentos, e garantiu que a legenda, a maior do Estado, tivesse candidato a governador, acompanhando o que fez o PMDB nacional, com o presidente Michel Temer (PMDB) lançando Henrique Meirelles (PMDB) candidato à presidência para sua sucessão.

Em candidatura isolada, o PT optou pela disputa em chapa-pura em Santa Catarina. Os petistas terão Décio Lima (PT) na corrida para o governo estadual. E o cenário se consolida com quatro grandes candidaturas, de PSD, PMDB, PSDB e PT. E completam a disputa as candidaturas de Rogério Portanova, pela REDE, e de Leonel Camasão, pelo PSOL.

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