Secretaria de Educação de Criciúma envia orientação para escolas sobre a série Round 6

A atitude se deu, pós a equipe da secretaria saber que algumas brincadeiras estavam sendo reproduzidas pelas crianças em horário escolar

A Secretaria Municipal de Educação de Criciúma, enviou uma orientação aos diretores das escolas da Rede, fazendo alertas sobre a série Round 6, da Netflix. Recém-lançada, a produção sul-coreana já se tornou um dos maiores sucessos da plataforma.

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No documento enviado às escolas destaca que o conteúdo da série contém violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos e cenas de sexo, utiliza-se de brincadeiras simples de criança como: ‘Batatinha frita 1,2,3’, ‘Cabo de guerra’, ‘Bolas de gude’ para assassinar a ‘sangue frio’ as pessoas que não atingem o objetivo final.

De acordo com a coordenadora geral e pedagógica da Secretaria de Educação, Silvana Bento, a atitude partiu, após a equipe da secretaria saber que algumas brincadeiras fazendo referência a série, estavam sendo reproduzidas pelas crianças em horário escolar.

“Atentos a esta situação, conversamos com os diretores e encaminhamos a orientação no sentido que fossem enviadas aos pais para cuidarem de seus filhos. Além disso, estaremos conversando com os gestores caso outras situações semelhantes aconteçam”, disse ela.

Leia a orientação enviada aos diretores das escolas

“Em setembro deste ano foi lançada na Netflix a série ‘Round 6’, série coreana, com classificação etária de 16 anos, que está batendo os ‘records’ de audiência, inclusive nas redes sociais. O conteúdo da série que contém violência explícita, tortura psicológica, suicídio, tráfico de órgãos e cenas de sexo, utiliza-se de brincadeiras simples de criança como: ‘Batatinha frita 1,2,3’, ‘Cabo de guerra’, ‘Bolas de gude’ para assassinar a ‘sangue frio’ as pessoas que não atingem o objetivo final.

Nossa preocupação, além da facilidade com que as crianças acessam esse material, é o impacto que este pode ter sobre a saúde mental destes, especialmente daqueles que já se encontram, por algum motivo, fragilizados.

Sabemos que é responsabilidade da família decidir o que é melhor para suas crianças e adolescentes, mas enquanto educadores, temos o dever de alertar sobre estes riscos.

 Por este motivo, entendemos que pode partir da escola este alerta aos responsáveis”

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