Notícias de Criciúma e Região

Nova variante do coronavírus Ômicron deixa SC em alerta

Cepa B.1.1.529, batizada de Ômicron, foi confirmada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, neste mês

O surgimento de uma nova variante do coronavírus deixa especialistas de saúde de Santa Catarina em alerta. A cepa B.1.1.529, batizada de Ômicron, foi confirmada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, neste mês. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.

Entre em nosso grupo e receba as notícias no seu celular. Clique aqui

No Brasil ainda não foi identificado nenhum caso da nova variante. Autoridades de Saúde de Santa Catarina já estão em alerta e acompanham para identificar algum possível caso da variante Ômicron.

“Estamos fazendo o monitoramento como fizemos com todas as outras variantes. Nós fizemos em Santa Catarina pesquisas por amostragem, sempre em ambientes onde tem o aumento de casos. Seguimos com nossas regras sanitárias que até agora, após 20 meses, nos coloca como a melhor enfrentamento da pandemia no país. Vamos continuar fazendo as mesmas coisas. Tem questão que foge a governança do Estado, quando se fala de regramento da Anvisa para aeroportos e portos, por exemplo, então estamos acompanhando os impactos”, explica o secretário de Saúde do Estado, André Motta Ribeiro.

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, determinou que voos com origem de países do Sul da África não poderão desembarcar no Brasil. Outros países, como a Inglaterra, também proibiram a chegada de voos vindos da região.

Casos da variante Ômicron também foram registrados em outras regiões como Hong Kong, na China, foi a primeira delas. Israel e Bélgica também tiveram registros, casos que seguem isolados.

 

Origem do nome 

Ômicron é a letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto. A OMS usa letras do alfabeto grego para denominar as variantes importantes do novo coronavírus. A última variante registrada havia sido a Mu, que deveria ser seguida das letras gregas Nu (equivalente ao N) e Xi. As letras, no entanto, poderiam causar confusão, já que Nu em inglês tem pronúncia quase idêntica à palavra new (novo). Enquanto a letra Xi corresponde a um nome comum na Ásia, principalmente na China. A OMS decidiu, então, pular as duas letras.

Você também pode gostar