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Saiba o que fazer para melhorar a qualidade de seu sono

Tema será tratado em live, nesta quarta-feira, a partir das 18h30, com o especialista Fábio Souza

Passamos 1/3 de nossas vidas dormindo e durante esse período o organismo consegue repor energias e regular o metabolismo, fatores essenciais para manter corpo e mente saudáveis. Dormir bem é, então, hábito que deve ser incluído na rotina de todos.

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O médico pneumologista, especialista em medicina do sono, Fábio Souza recomenda que uma boa média de sono considerada para um adulto é de sete a oito horas por dia, sem interrupções. Já bebês 15 a 16 horas por dia, adolescentes precisam dormir cerca de 8 a 10 horas diariamente. “Precisamos ter um sono reparador e uma quantidade de horas também adequada, mas com qualidade”, alerta.

Esta e outras questões são o foco da Semana do Sono 2022, que acontece anualmente em todo o território nacional e encerra amanhã, quinta-feira, 24. A abordagem desse ano é Sono de qualidade, mente sã, mundo feliz e tem por objetivo, trazer para a população informações qualificadas, novidades e as últimas pesquisas sobre o assunto.

Em Criciúma o tema será tratado em uma live, nesta quarta-feira, dia 23, a partir das 18h30, com o especialista Fábio Souza. A live será transmitida pelo Youtube da Unimed Criciúma. Também serão disponibilizados certificados aos participantes. O evento é aberto ao público.

Dormir é privilégio para poucos

Ter uma noite revigorante é um privilégio para poucos, muitos não tem o sono reparador, aquele em que você descansa verdadeiramente e acorda com disposição, sem apresentar sinais de cansaço ou sonolência.

“É onde se abre um alerta, que pode ser algum distúrbio, sendo os mais comuns a insônia, onde no Reino Unido os casos aumentaram em função da Covid e a apneia do sono”, destaca.  E recomenda a higiene do sono, um conjunto de técnicas a serem aplicadas antes de dormir, com o objetivo de alcançar um sono mais saudável.

A jornalista Dani Niero se encaixa nessa situação. “Tive um gatilho emocional há dez anos. De lá para cá sofro constantemente com a insônia. Sempre dormi pouco. Minha média de sono sempre foi entre 5h30 e 7 horas. Para tentar dormir, minha opção é remédio e depois de tanto tempo, comecei a fazer yoga. Não sei o que é ter sono, infelizmente. Deixo o celular carregando em outro ambiente, tomo chá, não tomo café a partir das 17 horas, ligo um difusor com aroma de lavanda e vou diminuindo o ritmo”, diz ela.

 

 

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