Projeto da Unesc auxilia na adaptação de migrantes

Nos últimos anos, o número de migrantes haitianos, ganeses, togoleses, senegaleses e nigerianos que chegaram em Criciúma aumentaram gradativamente. Em busca de auxiliar esses novos moradores da cidade, a Universidade desenvolve, desde o segundo semestre de 2018, o projeto de extensão Escola de Migrantes e o PLA (Português como Língua de Acolhimento).

O projeto tem como objetivo a inserção do migrante na sociedade de acolhimento. De acordo com uma das coordenadoras da ação e professora da Unesc, Michelle Stakonski Cechinel, ambos projetos visam a inserção do migrante na sociedade nacional e local. “O objetivo é propiciar um espaço de sociabilidade, em que o migrante possa adquirir conhecimentos que o ajudem na construção da sua autonomia e sua plena inserção na sociedade de acolhimento”, comenta.

Nas aulas de PLA os alunos têm o intuito de aprender a língua portuguesa como uma língua de acolhimento. A Escola de Migrantes, local onde está inserido o PLA, é um projeto mais amplo que envolve outras discussões. “É um espaço de sociabilidade e de discussão de outras pautas importantes, como normas, símbolos, leis, como as trabalhistas e de cidadania, e regras sociais do local onde estão inseridos”, completa Michelle.

Retorno das atividades

No sábado (21/3), os participantes retornaram as atividades e realizaram, nas dependências do Cedoc (Centro de Documentação e Memória) da Unesc, as inscrições e a seleção da primeira turma para o PLA.

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