Roupa: instrumento de posicionamento
Ter uma imagem coerente, alinhada à personalidade, é o que irá definir identidade no código visual. É preciso gravar a identidade pessoal no imaginário do seu eleitor, público. A roupa deve ser percebida como instrumento de posicionamento e reafirmação de conteúdo, um meio de expressão e manifestação de opiniões. O potencial de alcance do código […]
Ter uma imagem coerente, alinhada à personalidade, é o que irá definir identidade no código visual.
É preciso gravar a identidade pessoal no imaginário do seu eleitor, público.
A roupa deve ser percebida como instrumento de posicionamento e reafirmação de conteúdo, um meio de expressão e manifestação de opiniões.
O potencial de alcance do código visual é ilimitado.
Necessário ter consciência sobre o impacto simbólico das roupas que vestimos. É o visual que atrai a atenção e tem o potencial de mantê-la, mas é preciso estratégia por trás da escolha. Não é escolhendo qualquer coisa que a mensagem desejada será comunicada.
Roupa informa.
Vestir-se é instrumento de manifestação política (ou, pelo menos, deveria ser visto desta forma).
Ao político é uma grande oportunidade de mostrar-se de verdade, de comunicar personalidade, expor suas qualidades e marcar no seu público sua imagem.
O poder da roupa impacta a todos ao redor.
O código visual, quando escolhido com intenção, influencia a maneira de agir, é uma questão de confiança. A segurança que a roupa certa causa extravasa e chega ao olhar do outro, influenciando suas opiniões, sensações e emoções.
No entanto, uma roupa que se sobrepõe e domina quem a veste suga a confiança e, isto fica demonstrado na postura inquieta, gestos vacilantes, olhar e hesitação nas palavras. A insegurança com a própria roupa é fácil de ser percebida.
O corpo denuncia todas as nossas inseguranças.
Utilizar a roupa como um ponto de segurança e reafirmação de discurso traz força à própria imagem. Entender e saber utilizar-se deste recurso é o diferencial.