Quem é o público a quem o político deve se dirigir? Quem são seus eleitores? Entender este contexto traz maior clareza à comunicação e ao código visual também.
Criar uma ligação com seu público e sua realidade fortalece a conexão.
O que vemos é uma parte fundamental daquilo que sabemos. Portanto, a forma como o político decide se vestir impacta diretamente na forma como ele é visto e percebido.
Achar que roupa não é uma parte relevante revela, até, certa ingenuidade. Claro que roupa importa, e muito, diga-se de passagem. Ela não ganhará a eleição sozinha, mas irá impactar com certeza.
É só perceber o quanto a oposição usa o erro no vestuário como munição para o ataque.
Um erro pode desequilibrar reputações e relações.
Na política, quando há incoerência, ela saltará aos olhos e provocará reações, isto é um fato.
Então por que não usar o código visual como aliado ao invés de subaproveitá-lo?
Mais inteligência visual, por favor.
A imagem que transmitimos tem o grande poder de estabelecer uma real conexão.
Em uma eleição, em que mais do que nome ou número temos que conhecer quem é o candidato, a imagem pessoal consegue trazer à superfície características, valores, posicionamento, ideologia e construir intimidade.
O candidato vem junto com uma personalidade e esta precisa ser conhecida. Não dá para provocar uma mudança radical, sob pena desta ser vista como algo falso, duvidoso.
É preciso autenticidade no vestir e entender como utilizar a roupa para comunicar uma mensagem.
Mais do que ser um político precisa mostrar que é.