Direcionar a narrativa de imagem quebra barreiras e aproxima o político do público

Quem é o público a quem o político deve se dirigir? Quem são seus eleitores? Entender este contexto traz maior clareza à comunicação e ao código visual também. Criar uma ligação com seu público e sua realidade fortalece a conexão. O que vemos é uma parte fundamental daquilo que sabemos. Portanto, a forma como o […]

Por
2 Min

Quem é o público a quem o político deve se dirigir? Quem são seus eleitores? Entender este contexto traz maior clareza à comunicação e ao código visual também.

Criar uma ligação com seu público e sua realidade fortalece a conexão.

O que vemos é uma parte fundamental daquilo que sabemos. Portanto, a forma como o político decide se vestir impacta diretamente na forma como ele é visto e percebido.

Achar que roupa não é uma parte relevante revela, até, certa ingenuidade. Claro que roupa importa, e muito, diga-se de passagem. Ela não ganhará a eleição sozinha, mas irá impactar com certeza.

É só perceber o quanto a oposição usa o erro no vestuário como munição para o ataque.

Um erro pode desequilibrar reputações e relações.

Na política, quando há incoerência, ela saltará aos olhos e provocará reações, isto é um fato.

Então por que não usar o código visual como aliado ao invés de subaproveitá-lo?

Mais inteligência visual, por favor.

A imagem que transmitimos tem o grande poder de estabelecer uma real conexão.

Em uma eleição, em que mais do que nome ou número temos que conhecer quem é o candidato, a imagem pessoal consegue trazer à superfície características, valores, posicionamento, ideologia e construir intimidade.

O candidato vem junto com uma personalidade e esta precisa ser conhecida. Não dá para provocar uma mudança radical, sob pena desta ser vista como algo falso, duvidoso.

É preciso autenticidade no vestir e entender como utilizar a roupa para comunicar uma mensagem.

Mais do que ser um político precisa mostrar que é.


Notícias Relacionadas »