Setor plástico do sul de SC segue a Brasília para Audiência Pública

O setor da indústria plástica, considerado a segunda maior economia da indústria de transformação do sul do estado e pelo arranjo setorial dos plásticos instalado é considerado o principal alvo de medidas de banimento como proposto no artigo 3º da minuta do Tratado Global Contra a Poluição Plástica. Para mostrar a força do segmento e […]

Por
2 Min

O setor da indústria plástica, considerado a segunda maior economia da indústria de transformação do sul do estado e pelo arranjo setorial dos plásticos instalado é considerado o principal alvo de medidas de banimento como proposto no artigo 3º da minuta do Tratado Global Contra a Poluição Plástica. Para mostrar a força do segmento e como as indústrias investem em ações de Logística Reversa e Sustentabilidade no sentido de evitar prejuízos à região, o Sindicato da Indústria Plástica (SINPLASC Sul) segue nesta manhã a Brasília para Audiência Pública proposta no Senado pelo catarinense Esperidião Amin.

Participam da comitiva Reginaldo Cechinel, presidente do SINPLASC, Anselmo Freitas como CEO Cristalcopo, o presidente da AMREC, Valdir Fontanella, Estefane Teixeira, CEO da Teixeira Textil e o diretor executivo do Sinpalsc, Elias Caetano. “Somos a região mais impactada e afetada por tais iniciativas de restrição à produção e proibição de produtos plásticos de uso único do país, ameaçando inviabilizar o parque fabril pujante, moderno, produtivo e importante especialmente concentrado nessa região, resultando em iminente risco de migração da produção através da substituição por empresas e empregos gerados em outros locais”, explica o presidente Reginaldo Cechinel.

Além da Indústria, o debate contará com a presença de representantes do governo brasileiro, dos catadores, da academia e de Organizações Não-Governamentais. Para o setor de transformados plásticos situado no Sul de SC, o Artigo 3º do Tratado versa sobre lista de produtos passíveis de proibição é o mais impactante. “Este exige especial atenção pois influenciam de forma direta as indústrias da região Sul de SC”, afirma o diretor executivo do SINPLASC, Elias Caetano.

Empreendedores do setor estão mobilizados para enfrentar as ameaças. “O Congresso Federal também precisa tomar conhecimento a respeito. A região sul do estado precisa colocar essa pauta em evidência para a segurança da economia de toda a região”, completa Caetano.

Sustentabilidade

Somente a região sul do Estado recicla aproxiamdamente 135 mil toneladas de materiais plásticos por ano beneficiando diretamente cerca de 36 mil catadores.

 


Notícias Relacionadas »