Servidores do IMA-SC buscam desenvolver Plano Estratégico de Carreira

A intenção dos servidores é a de garantir a vitalidade da carreira dentro do Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina e o cumprimento das diretrizes de defesa e preservação do meio ambiente. Com essa perspectiva, a Associação dos Servidores do IMA (ASSIMA) está desenvolvendo o Plano Estratégico de Carreira (PEC) da categoria. A […]

Por
4 Min

A intenção dos servidores é a de garantir a vitalidade da carreira dentro do Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina e o cumprimento das diretrizes de defesa e preservação do meio ambiente. Com essa perspectiva, a Associação dos Servidores do IMA (ASSIMA) está desenvolvendo o Plano Estratégico de Carreira (PEC) da categoria. A elaboração e conclusão do documento deverá acontecer até o mês de julho, quando o Instituto celebra os seus 50 anos de história. Além de buscar impulsionar a aprovação do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) dos servidores, o PEC também volta o olhar para a conjuntura das políticas ambientais em médio e longo prazo, a necessidade de maior resiliência frente às oscilações políticas e o próprio impulsionamento da carreira dos servidores no âmbito técnico-científico. Ou seja, de forma geral, trata-se de um documento que dará as diretrizes necessárias à carreira dos servidores do Instituto. Agora, os servidores deverão fazer visitas à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) –, visando levar o pleito às autoridades e somar apoio de lideranças à causa, entre outras correntes, como a FIESC e FAESC.

PRF fora do Gaeco

O Governo Federal enfraquece mais uma vez o combate ao crime! A saída da PRF do GAECO compromete a segurança em SC, favorecendo o tráfico, assaltos e corrupção no Estado. Uma decisão que precisa ser revista pelo Ministério da Justiça! Essa é a posição do deputado estadual Lucas Neves (Podemos. Mas, afinal, qual a intenção do Governo com essa medida?

Número de deputados de cada estado deve ser revisto

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta abre debate sobre ajuste do número de integrantes das bancadas estaduais e do Distrito Federal na Casa.  Foto: Pedro França/Agência Senado

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o número de deputados federais deve ser revisado com base no Censo Demográfico de 2022. A decisão exige que o Congresso Nacional edite uma lei até 30 de junho de 2025 para ajustar a distribuição de cadeiras de acordo com a população de cada estado. O presidente da Câmara, Hugo Motta, sugeriu um aumento de 14 vagas, elevando o total de deputados de 513 para 527, como forma de evitar que estados percam representatividade. Essa proposta, no entanto, enfrenta críticas, pois alguns defendem que a redistribuição das cadeiras seria mais justa e equilibrada. A população não concorda, mas a medida avança na Câmara dos Deputados, indiferentemente das opiniões.

Em Santa Catarina

O efeito cascata avança também nas Assembleias Legislativas. Em Santa Catarina, a Alesc, nessa mudança terá mais quatro deputados, subindo de 40 para 44. Os custos são ignorados, e aumentarão bastante. Há de se considerar, além do pagamento aos novos parlamentares, somem-se os custos de todo o estafe, mordomias, sem falar da necessidade de ampliação dos espaços, com a construção de novos gabinetes. Mas, sem problemas. O contribuinte é quem paga a conta.

Enquanto isso

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), já sinalizou a intenção de construir um acordo com o STF para aumentar o número de deputados federais. O Projeto de Lei Complementar 148/23, em análise na Câmara, já faz esse ajuste nas bancadas. O texto também determina que o tamanho da representação de cada estado e do Distrito Federal deverá ser anunciado no ano anterior às eleições, a partir de atualização fornecida pelo IBGE.

Quem ganha e quem perde

Segundo Projeção do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), as novas estimativas do Censo 2022 alterariam a composição de 14 estados: sete ganhariam cadeiras e sete perderiam.

Perderiam vagas:

Rio de Janeiro (4),

Rio Grande do Sul (2),

Piauí (2),

Paraíba (2),

Bahia (2),

Pernambuco (1), e

Alagoas (1).

Ganhariam vagas:

Santa Catarina (4),

Pará (4),

Amazonas (2),

Ceará (1),

Goiás (1),

Minas Gerais (1), e

Mato Grosso (1).

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Notícias Relacionadas »