O mundo político tem lá suas controvérsias, e que causam desconfiança em correntes da sociedade. No entanto, o homem público também precisa demonstrar habilidades acima das leituras corriqueiras, e que só caracterizam a atividade como uma complexa máquina exploradora. Quem vive por detrás dessa cortina e sobrevive a partir da postura, é também capaz de colher frutos. Abro assim, minha avaliação do presidente da Alesc, Mauro de Nadal, que vive as últimas horas no exercício do cargo. Ao reunir a imprensa, na manhã desta quinta-feira (30), justamente para apresentar o balanço do trabalho e das ações efetivadas ao longo da função, deu mostras de o quanto houve funcionalidade, e principalmente, resultados.
Uma gestão equilibrada também resulta nos números. Com custeio saneado, pôde exaltar a economia de R$ 808,4 milhões pela Assembleia Legislativa alcançada entre 2023 e 2024. Um valor significativo e que serão repassados ao Poder Executivo para a efetivação de obras demandadas pelas regiões catarinenses. Vale ressaltar, o que ele mesmo acrescentou, ou seja, a soma do ano em que presidiu a Alesc pela primeira vez, em 2021, resultando num montante economizado de R$ 1,195 bilhão. Por fim, fecho com a emblemática posição, de que a radicalização política não ajuda a construir pontes, não ajuda a construir escolas, não melhora uma rodovia no estado de Santa Catarina. Pelo contrário, só prejudica o andamento.
Neste sábado (1/02), está programada a eleição da nova Mesa Diretora. No comando, a partir do consenso, o deputado Julio Garcia (PSD). Um alguém que deu mostras de ser um articulador com profundo saber da melhor política: a da construção. Portanto, é de se esperar também que a Casa siga avançando na inovação, transformando cada ação em benefício da sociedade, e não meramente ao contexto interno. Que ao final da gestão, Julio possa também sentar-se à mesa, cercado de jornalistas para apresentar seu balanço, repleto de positividade. Ao Nadal, que siga atuante no parlamento. E ao futuro Presidente, que exerça a função de forma humilde, nobre, e com grande capacidade de discernimento nas decisões a serem tomadas.
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