Retrospectiva 2024 e a demanda por um novo olhar em 2025

O conteúdo desta postagem é uma opinião pessoal e inteiramente de responsabilidade de seu autor, que por ser colunista, não necessariamente reflete a opinião de nosso veículo de imprensa.   O ano está no final e a hora da retrospectiva chegou. Todo ano que se encerra ativa em nós a necessidade de revisitar situações, opiniões, […]

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O conteúdo desta postagem é uma opinião pessoal e inteiramente de responsabilidade de seu autor, que por ser colunista, não necessariamente reflete a opinião de nosso veículo de imprensa.

 

O ano está no final e a hora da retrospectiva chegou. Todo ano que se encerra ativa em nós a necessidade de revisitar situações, opiniões, questionamentos, relações, e fazer uma avaliação de como agimos frente aos desafios.

Este foi um ano turbulento no universo da política. Eleições aconteceram e, com elas, vieram alianças, dissidências, apoios, brigas etc.

Ano eleitoral tem dessas. 

Para mim, mais do que nunca, fica a certeza de que cuidar do que comunica a imagem pessoal não é tarefa a se deixar somente para o ano de eleições. 

É fundamental aprender a comunicar-se através da própria imagem. Ela, a imagem pessoal, irá apresentar o político ao público, será o trailer da história de vida e posicionamento político, terá a responsabilidade de construir uma relação e demonstrar afinidades, humanidade.

O código visual do político deve ajuda-lo e nunca, em hipótese alguma, atrapalhá-lo, como aconteceu muito este ano.

Entender que roupa comunica é imprescindível. Somos vistos pela forma como decidimos nos expor ao mundo.

Agora me diga, é importante ou não o que a imagem do político conta ao mundo, ao seu público e eleitores? Certamente que sim.

Forçoso repensar a estratégia de comunicação de imagem pessoal. Reavaliar e reorganizar o que o código visual está dizendo sobre você, bem como, o que está faltando comunicar. 

Pare de apostar em fórmulas genéricas e traga mais personalidade ao seu universo. Roupas devem contar histórias, devem reforçar discursos e agir como ferramentas de posicionamento. 

Roupas devem, acima de tudo, revelar personalidade.

A autenticidade torna inconfundível, destaca, diferencia dos demais. Indispensável trazer identidade ao código visual, engajar também através do que veste, comunicar-se por meio da roupa.

2025 é o ano de explorar melhor o código visual, trazer mais significado e reforçar a identidade aos olhos do público, apostar na profundidade para ativar as emoções.

Você, político, representa mais do que a si mesmo, mostre-se à altura da responsabilidade.

 

Aline Savi é advogada, consultora de imagem pública, personal stylist, consultora de etiqueta e pós-graduada em marketing político e comunicação eleitoral. Nesta coluna semanal fala sobre imagem e comunicação política.


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