Vento Sul: exposição une obras de artistas da região com acesso gratuito ao público

Obras de diversos gêneros, de artistas novatos e experientes, estão expostas na Fundação Cultural de Criciúma (FCC) por meio da Exposição Coletiva Vento Sul, que abriu ao público nesta quinta-feira (5), às 19h. São aproximadamente 50 peças de 49 artistas diferentes, envolvendo várias linguagens visuais, como pintura, desenho, fotografia, cerâmica, escultura, objetos, instalações, colagens, aquarelas, […]

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Obras de diversos gêneros, de artistas novatos e experientes, estão expostas na Fundação Cultural de Criciúma (FCC) por meio da Exposição Coletiva Vento Sul, que abriu ao público nesta quinta-feira (5), às 19h.

São aproximadamente 50 peças de 49 artistas diferentes, envolvendo várias linguagens visuais, como pintura, desenho, fotografia, cerâmica, escultura, objetos, instalações, colagens, aquarelas, entre outros. Conforme um dos curadores da exposição, Marcos Dagostin, a ideia é unir obras de vários artistas da região para que o público possa conhecer a arte produzida aqui. “Um dos grandes objetivos é reunir desde pioneiros, vanguardistas, que têm a trajetória de 30, 40 anos, com artistas que estão começando agora, que têm suas primeiras exposições ainda. É importante ter essa união de gerações em um movimento plural, diversidade de linguagens, pesquisas, narrativas poéticas”, destaca Dagostin, que realizou a curadoria junto com Carol Machado, Luan Hobold e Rafaela Barcelos.

A exposição, aberta nesta quinta-feira, segue em exibição no Centro Cultural Jorge Zanatta (sede da Fundação Cultural de Criciúma) até o dia 12 de dezembro, com acesso gratuito das 8h às 12h e das 13h às 17h. Em 2025, o objetivo é que as obras circulem pelas cidades da região. “Esse é o ‘Sopro 1’, a primeira fase do projeto. No próximo ano, devemos circular por todo o Sul do Estado”, conta o curador.

Força artística regional

Todos os curadores, jovens artistas, estão envolvidos com a produção artística regional, em um movimento que vêm retomando os espaços locais, reunindo as gerações e criando oportunidades para novos nomes da região. “A galeria de arte contemporânea da FCC estava fechada por mais de três anos, devido à pandemia. Tive a oportunidade de reabrir o espaço e, de lá para cá, com o apoio de diversas pessoas, estamos fazendo uma grande movimentação com exposições temporárias, com a presença do público, com a oportunidade de novos artistas começarem essa caminhada também, ampliando a força desse movimento na região”, ressalta Marcos.

A exposição se divide em cinco salas no Centro Cultural Jorge Zanatta, sede da FCC. No local, divididas por temáticas semelhantes, encontram-se as obras dos quase 50 artistas, selecionadas pelos curadores da exposição. “Cada artista trabalha com sua pesquisa, também com linguagens diferentes. Então, a curadoria faz esse trabalho de alinhar isso numa concepção, através da expografia, da montagem, dessa análise com o espaço da galeria”, explica o curador. “Então tem uma sala onde abriga obras de artistas mulheres, outra que abriga obras que trazem questões sobre paisagens, sobre terra, sobre povos originários. Temos uma sala dedicada às cerâmicas, às esculturas. Há a sala que trata das relações com o urbano, com a cidade, o que cada artista traz através da cidade, as memórias”, complementa.

Exposição Coletiva Vento Sul

Onde: Centro Cultural Jorge Zanatta, Rua Coronel Pedro Benedet, 269, Centro, Criciúma

Quando: até dia 12 de dezembro, das 8h às 12h e das 13h às 17h

Curadoria: Marcos Dagostin, Carol Machado, Luan Hobold e Rafaela Barcelos

Artistas participantes: