Projetos encerram o mês da Consciência Negra com evento especial
Os projetos “O valor da nossa cor“, idealizado pela professora, Edilaine Leonor juntamente ao “Noca na Escola“, desenvolvido pela empresária de moda e cultura afro, Gesislane Botelho, encerraram suas atividades de 2024, ontem (28), com um evento na Faculdade Senac em Criciúma. “Foi uma tarde de beleza e cultura que finaliza o mês de novembro […]
Os projetos “O valor da nossa cor“, idealizado pela professora, Edilaine Leonor juntamente ao “Noca na Escola“, desenvolvido pela empresária de moda e cultura afro, Gesislane Botelho, encerraram suas atividades de 2024, ontem (28), com um evento na Faculdade Senac em Criciúma.
“Foi uma tarde de beleza e cultura que finaliza o mês de novembro com uma parte da meta alcançada por meio de nossos projetos. O principal objetivo foi de levar conhecimento de todos que frequentam escolas (independente do segmento) que o valor da nossa cor está na arte, beleza e cultura e que precisa ter acesso, vez e voz em todos os meses do ano”, destacam as idealizadoras. “Precisamos inserir a cultura negra nas escolas e estar colocando as crianças, à frente de nossa cultura, para normalizar o negro e, assim, criar uma sociedade futura antirracista”, destaca Gesislane.
Paula Sandra Alves Silva (professora e autora)
Maya Alves Silva (autora infantil )
Brisabel Pereira Azambuja (artista plástica)
Yasmin Botelho (dançarina e marketing digital)
Maria Léia (voz e poesia)
Gesislane (empreendedora de moda afro)
Alessandra Machado (professora e trancista)
Rodrigo Figueiredo Corrêa (músico)
Rafael Casagrande (músico)
Tierry (empreendedor de moda afro)
Negro Edy (voz e poesia)
Edilaine Leonor (professora de língua portuguesa/voz e poesia)
Jhonatas Reis (músico, compositor hip-hop)
Marone Falasha (músico e compositor)
Geivan dos Santos Santiago (músico)
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Durante o Mês da Consciência Negra, as idealizadoras promoveram iniciativas que combinaram a arte, música e outros aspectos da cultura negra em escolas da região. “É preciso que nos reconheçam também, fora dos eventos temáticos. Basta recalcular a rota de um trajeto que já é nosso. Só queremos passar pelo caminho com a nossa cor”, finaliza Edilaine.