Feriado de 15 novembro marcado por novos manifestos nas ruas
Em diversas capitais e outras grandes cidades, os patriotas vestidos de verde e amarelo retornaram às ruas neste dia 15 de novembro. Muito embora, o movimento tenha sido menor em comparação com os anos anteriores. O tema central dos manifestos foi contra o governo do presidente Lula, predominando o pedido de impeachment dele. Além disso, […]
Em diversas capitais e outras grandes cidades, os patriotas vestidos de verde e amarelo retornaram às ruas neste dia 15 de novembro. Muito embora, o movimento tenha sido menor em comparação com os anos anteriores. O tema central dos manifestos foi contra o governo do presidente Lula, predominando o pedido de impeachment dele. Além disso, houve também apelos para que ocorra o voto impresso já nas próximas eleições. O Supremo Tribunal Federal também teve rotulações, para que tenha mais restrição. De certa forma, na avaliação dos organizadores, o número de patriotas nas ruas foi significativo e mostrou que ainda pode seguir protestando democraticamente. A constatação é de que houve pouca participação de parlamentares de direita. Fator que não ficou sem observação, e que teria enfraquecido as manifestações.
Muda o critério para abertura do comércio nos fins de semanaAo revogar a “autorização permanente” de trabalho aos domingos e feriados, o Governo Federal, através do Ministério do Trabalho, dá nova demonstração de contrariedade à evolução para o funcionamento de empresas, a exemplo, dos supermercadistas. Um retrocesso. A medida havia sido concedida durante o governo de Bolsonaro, incluindo outras atividades do comércio em geral. Desta vez, atendendo a pedido dos sindicatos, e sem ouvir os setores envolvidos, a nova regra passa a valer em janeiro de 2024. Há promessa de ouvir os empresários. Mas, para que mexer no que já vem funcionando e bem. Um critério puramente político. Obviamente, houve manifesto. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) entende exatamente o que a revogação significa, e já espera pelos problemas e prejuízos. No caso do setor supermercadista em específico, não vai poder abrir sem que haja antes prévia autorização de convenção coletiva, além de uma nova aprovação de parte do município. A impressão é que, além da alta de carga de impostos, estará criado outro mecanismo para travar o desenvolvimento das empresas. Por outro lado, de parte da União Geral dos Trabalhadores (UGT), a medida resgata a dignidade do trabalhador do comércio. Só não falou do risco da queda de faturamento e do corte de mão de obra.
Decreto das escolas cívico-militares perto da publicação em SCO deputado Lucas Neves (Podemos) reuniu-se na última terça-feira (14) com o secretário da Educação, Aristides Cimadon, e a adjunta da pasta, Patricia Lueders, para discutir o Projeto das Escolas Cívicas. O parlamentar desempenhou um papel fundamental na elaboração do anteprojeto e colabora de maneira conjunta com o Governo do Estado para preservar o modelo em funcionamento em Santa Catarina. Ainda neste mês, será publicado um decreto que instituirá a Escola Cívico-Familiar, substituindo o programa federal Escola Cívico-Militar.
1º Fórum Catarinense de Protetores e Ativistas da Causa Animal
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