A escolha ocorreu na noite desta segunda-feira (7), em sessão extraordinária, da Câmara de Vereadores. A disputa teve duas chapas. Uma delas encabeçada por José Luiz Tancredo (MDB) e vice, Denis Matiola (PSDB). A outra chapa, a eleita indiretamente, com 10 dos 15 votos, contou com Jairo Cascaes (PSD) e como vice, Moisés Nunes (PP). todos os 15 vereadores votaram. Portanto, o município de Tubarão passa, a partir de agora, a ser comandada, por Cascaes. Ele era o presidente da Câmara. A eleição ocorreu em razão da renúncia do então prefeito Joares Ponticelli (PP) e do vice, Caio Tokarski (União Brasil). Ambos arrolados na Operação Mensageiro. Por carta, em 10 de julho passado, eles entregaram a carta de renúncia, à Câmara de Vereadores, sendo imediatamente acatada. Os novos titulares ficarão no cargo até o dia 31 de dezembro de 2024. Ambos afirmaram que seguirão trabalhando pela governabilidade do município junto à Câmara de Vereadores de Tubarão.
O grande objetivo está na conquista das dez maiores cidades de Santa Catarina, e que, obviamente, terão mais peso no campo decisório futuramente. O Partido Liberal, por exemplo, do governador Jorginho Mello, tenta encaixar as peças com nomes potencialmente fortes e que tenham ligações com Partido dele e de Bolsonaro. Aliás, na visita do ex-presidente em Santa Catarina, recentemente, o assunto foi tratado a portas fechadas entre os dois líderes. O estudo sobre os candidatos em potencial, poderá apresentar surpresas, com gente de pouca identificação nos municípios. Uma das possibilidades ventiladas, por exemplo, está na deputada federal e ex-vice governadora, Daniela Reinehr (PL), numa eventual candidatura em Blumenau. Ela é oestina, mas tem identidade germânica. Difícil é saber se emplaca. Já no Oeste, em Chapecó, para tentar substituir João Rodrigues (PSD), poderá surgir o nome da deputada federal Caroline De Toni, também do PL. Enfim, as estratégias ainda estão indefinidas, e as composições oficiais só irão aparecer bem mais adiante. Em Lages, ainda não há nenhuma indicação. Não há ninguém do Partido Liberal com força suficiente para garantir uma eleição. A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania), hoje Secretária de Estado da Saúde, poderá ser a indicada por Jorginho. Aliás, o nome dela está tido como certo desde já.
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