A atitude tomada pelo Governo de Santa Catarina, em manter Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM), também foi seguida por outros estados, a exemplo do Paraná, São Paulo, Distrito Federal, e tantos outros. A decisão anunciada nesta quinta-feira (13), pelo governador Jorginho Mello (PL) foi logo depois de o Governo Federal ter informado que iria interromper a continuidade do PECIM, no Brasil. E não importa qual a nomenclatura a ser dada. É importante mudar e tirar qualquer vínculo com a atual. Importante também continuidade do programa, e com a possibilidade de ampliar ainda mais, atendendo aos anseios de comunidades como São José e Agrolândia, que realizaram, inclusive, audiência pública para saber da população de se aceita ou não a implantação do modelo de escola em seus municípios. Fez muito bem o governador, ao entender a situação, e tranquilizar os alunos e pais, das escolas atualmente em funcionamento no Estado, incluindo melhorias.
A tribuna da Assembleia Legislativa de Santa Catarina voltou a ser ocupado por deputados críticos à decisão do governo federal em encerrar o programa de escolas cívico-militares. O deputado Maurício Peixer (PL), destacou a importância do modelo para o aprimoramento da qualidade do ensino e a transmissão de princípios como disciplina, patriotismo e civismo aos estudantes. Ele também desvinculou o programa do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos militares. De acordo com ele, participam apenas como monitores, com as questões didático-pedagógicas permanecendo sob o controle dos professores da rede pública de ensino. Antídio Lunelli (MDB), por sua vez, qualificou o ato do governo federal como um “autoritarismo” contra quem pensa diferente do atual presidente e um “desrespeito” contra professores, alunos e militares. “Eleito com a promessa de unificar o país, com esse tipo de decisão Lula na verdade prova que o projeto deste governo é agradar somente aos que pensam como ele.” O parlamentar parabenizou o governador Jorginho Mello por manter o programa no Estado.
Segue tendo continuidade o Programa Santa Catarina Levada a Sério + Perto de Você. Nesta sexta-feira, a vez de São Miguel do Oeste, onde acontece mais uma rodada de conversa com os prefeitos que fazem parte da Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina (Amoesc). Ontem, quinta-feira (13), ele esteve com 17 gestores dos municípios que fazem parte da Associação dos Municípios do Entre Rios (AMERIOS). O encontro individual aconteceu na sede da associação que fica na cidade de Maravilha no Extremo Oeste, nesta quinta-feira (13). Todos puderam conhecer os projetos elaborados pelo executivo ou atualizar as obras do governo em andamento na sua cidade. A equipe do Governo do Estado já sinalizou para cada prefeitura sobre os investimentos que serão feitos nas cidades da AMERIOS.
Gostaria muito de saber se estão conseguindo rastrear tais irresponsáveis, e se estão sendo punidos. Pelas informações, os operadores são treinados, e conseguem identificar, em muitos casos, os indícios de trote. No entanto, a consciência tem de acontecer em meio à população. Passar trotes aos serviços de emergência é um crime previsto pelo artigo 266, do Código Penal Brasileiro, e o infrator pode pegar de um a seis meses de detenção. Até mesmo crianças estão sujeitas à punição, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). É importante que saibam que esse tipo de ligação é um ato infracional gravíssimo e quem o comete deve ser encaminhado para a Vara da Infância e da Juventude para que sejam aplicadas as medidas socioeducativas. Um dos meios para amenizar é o EducaSamu, que já contemplou mais de 11,5 mil alunos, de 108 instituições, só este ano.