Em entrevista com o comunicador e apresentador de televisão Mário Motta, na última sexta-feira, 2, hoje deputado estadual pelo PSD, cuja pessoa compartilhei bons anos de trabalho na antiga RBS TV, revelou-me algumas coisas que o tornam diferente no campo político. Primeiro disse que entrou para a política exatamente pelo desencantamento com ela, e tentar mudar o que vem sendo demonizado nesses anos todos. Sem ser crítico a outras iniciativas, Mário, dentro de uma completa humildade, conseguiu ser eleito fazendo uma campanha sem fundo eleitoral, ou seja, sem o dinheiro dos contribuintes. Trabalhou no projeto apenas com algumas doações de amigos. Uma vez eleito, outra decisão surpreendente. Ou seja, compôs o gabinete através de um processo seletivo, e obteve 1.044 profissionais inscritos. Para tanto, observou no mercado o nível salarial a ser aplicado, o que equivale a aproximadamente 60% do que é normalmente pago na Assembleia. Segundo disse, começou economizando pelo menos uns 30% da verba de gabinete que tem direito. Segundo conta, a equipe acabou se formando com pessoal altamente qualificado. 90% são bacharéis em direito, alguns com mestrado e outros com doutorado, além de um engenheiro ambiental, e uma jornalista. Na próxima coluna trarei outra grande novidade decidida pelo deputado e que já está em prática.
Considero de grande relevância o trabalho que vem desenvolvendo o Comitê de Operações Integradas de Segurança Escolar (Comseg Escolar), ao realizar audiências públicas descentralizadas, e assim, ouvir as particularidades e as necessidades de cada região. Além disso, é uma maneira de dar sequência, e principalmente não deixar cair no esquecimento, a necessidade de, sempre, manter a total atenção para os riscos de uma nova tentativa de ataque em escolas, no território catarinense. Aliás, há muitas gestões municipais que simplesmente não estão fazendo absolutamente nada mais, em termos preventivos. Na semana que passou, quinta-feira (1/06), o Comseg se reuniu em Lages, e na sexta-feira (2/06) em Chapecó. Antes, já havia ouvido as comunidades de Blumenau (25/05) e de Joinville (26/05). Nas reuniões, apontamentos que destacam questões como a necessidade de ações voltadas aos cuidados com a saúde mental, além do combate ao preconceito, à discriminação e ao bullying. Alguns defendem a criação de protocolos a serem utilizados pelos estudantes em caso de ataque, além da instalação de botões de pânico em todas as escolas, entre outras providências. Por fim, importante que tais reuniões jamais deixem de acontecer, e principalmente que medidas sigam sendo providenciadas. O perigo de ataques nas escolas será um problema perene.
Na manhã desta segunda-feira (5), o governador Jorginho Mello (PL) irá conduzir uma solenidade, a qual, será de grande significância para setores que empreendem, e que também têm a capacidade de ampliar o campo de empregabilidade. O ato, na Casa d’Agronômica, no meio da manhã conta com assinatura e entrega de contratos dos programas Prodec e Pró-Emprego. O total de investimentos previstos a partir dos benefícios concedidos pelo Governo do Estado chega a R$ 4,4 bilhões. O programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense tem como finalidade conceder incentivo à implantação ou expansão de empreendimentos industriais, que vierem a produzir e gerar emprego e renda no Estado. O incentivo se dá por meio da postergação de percentual pré-determinado sobre o valor do ICMS a ser gerado pelo novo projeto. Criado em 1988, o programa completa 35 anos nesta quinta-feira, 8.