Motorista que atropelou e matou jovem em Criciúma se apresenta na delegacia
O motorista que teria atropelado e matado Isabella Galdêncio Mariana, de 24 anos, no início da manhã de sábado, dia 15, se apresentou na Delegacia de Polícia Civil de Criciúma no início da tarde desta segunda-feira, dia 17. A jovem retornava de uma festa com alguns amigos, por volta das 6 horas da manhã, pela […]
O motorista que teria atropelado e matado Isabella Galdêncio Mariana, de 24 anos, no início da manhã de sábado, dia 15, se apresentou na Delegacia de Polícia Civil de Criciúma no início da tarde desta segunda-feira, dia 17. A jovem retornava de uma festa com alguns amigos, por volta das 6 horas da manhã, pela Rodovia Leonardo Bialeck, no bairro Argentina, quando teria ocorrido o acidente.
Conforme o delegado da 1ª DP de Criciúma, Jorge Giraldo, o relato do homem é semelhante ao registro do boletim de ocorrência realizado pela Polícia Militar (PM) no dia do ocorrido. “Ele se apresentou junto com o advogado, contou a versão dele, que é mais ou menos o que é relatado no registro da ocorrência. Por volta do amanhecer, ele estava retornando da localidade onde tem um local de eventos e, após um aclive, se deparou com várias pessoas sob a pista. Tentou tirar o veículo, mas o atropelamento foi inevitável e acabou atingindo a moça que veio a falecer”, explica.
Segundo o delegado, o homem ainda contou que não parou para prestar socorro pois ficou com receio, tendo em vista que a vítima estava com um grupo de amigos. “Por receio, como tinham várias pessoas que haviam saído da festa, com receio da integridade física e da vida, foi para casa, conversou com o advogado e se apresentou. Ele relatou que estava em uma velocidade baixa, aproximadamente 60 km/h, disse que o choque foi inevitável, tentou tirar, mas foi impossível” conta o delegado.
Segundo o delegado, o motorista deve responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. “O carro dele será encaminhado para perícia, choque foi na parte frontal do veículo. vamos ouvir testemunha e dentro do prazo legal encaminharei para o judiciário”, frisa.
Leia mais: