Antídio entrega convite de renúncia à bancada

Acompanhado do presidente estadual do MDB, deputado Celso Maldaner, e do prefeito de Brusque, Ari Vequi, o pré-candidato do partido ao governo, prefeito Antídio Lunelli aterrissou no almoço da bancada na Assembleia para entregar o convite de renúncia ao cargo, marcado para sábado (2), às 15h, em Jaraguá do Sul. Antídio esteve diante dos maiores […]

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Acompanhado do presidente estadual do MDB, deputado Celso Maldaner, e do prefeito de Brusque, Ari Vequi, o pré-candidato do partido ao governo, prefeito Antídio Lunelli aterrissou no almoço da bancada na Assembleia para entregar o convite de renúncia ao cargo, marcado para sábado (2), às 15h, em Jaraguá do Sul. Antídio esteve diante dos maiores resistentes ao projeto dele ao governo e o clima foi de cordialidade.

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Os deputados ouviram de Celso que a conversa ocorrida na véspera com o governador Carlos Moisés, na Casa d’Agronômica, é mais uma de tantas.

Segundo Celso, que, junto com Antídio, conversou com o ex-governador Raimundo Colombo (PSD), os contatos serão amplos com a maioria das siglas e seus pré-candidatos, com exceção do PT.

Para os deputados, a renúncia de Antídio nada muda no processo eleitoral, pois, independentemente da eleição, o prefeito tem um compromisso assumido com o vice, Jair Franzner (MDB), tal qual Gean Loureiro (União) tem com Topázio Silveira, que se desfiliou do Republicanos.

Pedido de adiamento

A análise de vetos do governador a projetos aprovados na Assembleias, entre eles o que gerou polêmica, quando barrou a diminuição de 7% para 3,5% sobre o preço das bebidas quentes, foi adiada por um acordo de líderes.

Este não é o único tema do projeto, que também incide sobre a transmissão de heranças e bens, a farinha de trigo e o leite em caixinha longa vida.

São os jabutis, que foram pendurados na árvore da legislação, de tal forma que a incidência de tributos sobre o uísque seria infinitamente menor do que o sobre o leite, que passaria de 7% para 17%, uma manobra de produtores do setor que ninguém entendeu.

Os autores

Sobre o requerimento lido pelo presidente Moacir Sopelsa (MDB), documento assinado pelos líderes das bancadas do MDB (9 deputados), PT (4), PSDB (2) e PP (3), houve reação da oposição.

O deputado João Amin (PP) pediu que a manifestação dos deputados fosse individualizada, porque ele não foi consultado e o líder do seu partido votou a favor do adiamento.

Empresários e funcionários de bares e restaurantes lotaram a Assembleia e ouviram o líder do MDB, deputado Valdir Cobalchini dizer que o assunto não andou por falta de interlocução: o secretário Paulo Eli (Fazenda) está viajando e o secretário-chefe Eron Giordani (Casa Civil), que fazia essa ligação com o parlamento, está demissionário.