Mobilização histórica na região de Turvo

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No terceiro dia de mobilização nacional, agricultores estão reunidos na região de Sanga da Toca, as margens da BR-101, em apoio ao protesto dos caminhoneiros contra política de preços da Petrobras. De acordo com os organizadores são mais de 300 tratores. Em todo o estado somam-se mais de 30 pontos de interdição.

Fiesc tem recebido manifestações de empresas

“Esperamos que governo e caminhoneiros cheguem a uma rápida solução para o impasse, para evitar vultosos prejuízos à indústria e ao País”, disse o presidente da  Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, preocupado com os relatos de bloqueios de rodovias que rapidamente trazem implicações para indústria, varejo e para toda a sociedade.

“Independentemente do mérito das reivindicações, as manifestações não devem prejudicar a mobilidade de pessoas e cargas, o que é especialmente grave no caso de setores como o de alimentos, um dos mais importantes da indústria catarinense”, avaliou Côrte.

Em ofício ao ministro dos Transportes, Valter Casimiro Silveira, a Fiesc destacou que no momento atual a paralisação “será mais um duro golpe na competitividade da indústria nacional e motivo de maior encolhimento da arrecadação tributária” e alertou que haverá impacto no fluxo de produção, comprometendo a conservação de produtos perecíveis, o cumprimento de prazos contratuais internacionais, o atraso no abastecimento do mercado interno, entre outros prejuízos. No documento, a Fiesc solicita o estabelecimento de negociações para superar o impasse e providências para evitar bloqueio nas rodovias.

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