Logística reversa: entenda como irá funcionar na Acic de Criciúma

Não é mais possível imaginar um futuro em que o desenvolvimento trilhe caminho separado da sustentabilidade. E, para isso, há várias alternativas que são apresentadas. Para o mundo empresarial, a logística reversa vem ao encontro da necessidade de três ações necessárias na colaboração para um futuro melhor às novas gerações: reduzir, reutilizar e reciclar.

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Dentro deste contexto, a Associação Empresarial de Criciúma (Acic) firmou parceria com a empresa Weee.do, pioneira em Santa Catarina quando o assunto é exportação de placas eletrônicas, assim como na implantação de Pontos de Entrega Voluntária (PEV) de resíduos eletroeletrônicos. Já são mais de 70 em todo o estado em parceria com diversas entidades.

A intenção da Acic, através da Weee.do, é proporcionar aos associados e a comunidade a logística reversa dos resíduos eletroeletrônicos, assegurando a destinação ambientalmente adequada, gerando valor para clientes e sociedade por meio de um modelo de negócio sustentável, responsável e de qualidade.

A empresa parceira irá atuar no planejamento, implantação e na operação de sistemas de coleta, processamento e destinação de todos os componentes presentes nos equipamentos eletroeletrônicos. “A Weee.do é habilitada para oferecer uma solução completa para seus clientes e parceiros, permitindo que estejam alinhados com as exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos e valorizem seu posicionamento perante clientes, consumidores e sociedade”, aponta o diretor-executivo da Weee.do, Mark Jacobowitz Rae.

Caminho da sustentabilidade

Para o presidente da Acic, Moacir Dagostin, o caminho da sustentabilidade é sem volta e cada vez mais empresários estão em busca de alternativas que venham ao encontro da preservação do meio ambiente. “Com essa parceria, a Acic faz essa ponte entre uma empresa que tem o gabarito necessário para fazer essa logística e os nossos associados que, por sua vez, se adaptam ao novo modelo sustentável proposto. Ao mesmo tempo que as empresas sigam a Lei Federal 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, onde o poder público, o setor empresarial e a coletividade são corresponsáveis por assegurar o cumprimento de todas as diretrizes e demais determinações”, explica Dagostin.

Quais resíduos são recebidos:

– CPU e servidor;

– Componentes (fonte, placa eletrônica, memória, processador, HD, drive de CD e DVD, cooler)

– Periféricos (mouse, teclado, estabilizador, no-break, impressora, fax, scanner, copiadora, multifuncional, modem, roteador, decodificador, fonte);

– Notebook e fonte;

– Celular, central telefônica, walkie-talkie, aparelho telefônico, rádio comunicador;

– Aparelhos de CD/DVD/Bluray, Som;

– Monitor/Televisor CRT, LCD, LED, Plasma;

– Equipamentos diversos com placas de circuito impresso;

– Cabos e fios em geral;

– Eletrodomésticos diversos (liquidificador, forno micro-ondas, aspirador de pó, forno elétrico, ventilador, ferro elétrico, ou seja, qualquer um que não seja de “Linha Branca”).

 

Quais são os resíduos NÃO recebidos:

– Pilhas e baterias de celular (lotes ou avulsas);

– Toners e cartuchos de impressora (lotes ou avulsos);

– Eletrodomésticos contendo gases perigosos (geladeiras, aparelhos de ar condicionado, etc.);

– Lâmpadas de qualquer natureza;

– Eletrodomésticos de “Linha Branca”;

– CD, DVD, fita VHF, disquete.

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