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Júlio Garcia quebra o silêncio

O presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina usou o horário político do parlamento nesta terça-feira para se manifestar sobre as acusações que vem sofrendo do Ministério Público Federal. O MPF aponta Júlio Garcia como sendo líder de um grupo criado para desviar dinheiro público. O parlamentar resolveu se manifestar logo após o vazamento da delação premiada de Michelle Guerra. Apontada como operadora do suposto esquema, ela contou a PF que o dinheiro ilício foi entregue até em caixas de uísque.

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Ao usar a palavra Júlio Garcia chamou a atenção para situações semelhantes em que denúncias tão pesadas quanto esta acabaram lá na frente se esvaziando e sendo arquivadas. Lembrou a prisão de Gean Loureiro, prefeito da capital. O caso dele foi arquivado. Lembrou o caso do reitor da Ufsc “Ele não resistiu a execração pública e tirou a própria vida. Investigação do Ministério público não é sentença”, destacou.

Há ainda outras situações que poderiam ser enquadradas nesta lista feita por Júlio Garcia. Seria possível citar também as palestras do Lula. Elas foram tratadas como esquema de corrupção, mas na semana passada a justiça definiu que não há provas para sustentar a acusação.

Para resumir, Júlio Garcia quer ser tratado com o respeito que sua história política de 40 anos, até aqui ilibada, merece. Quer o respeito ao preceito constitucional que afirma que todos são inocentes até que se prove o contrário.  “Confio na Justiça e digo isso ciente de que todas as acusações até aqui são fruto de ilações sem contar com um único elemento concreto que as sustente”.

Na prática não muda o procedimento do MPF, não mexe na denúncia já feita, mas deixa claro que o presidente não está acuado e pronto para encarar o processo de frente.

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