Fapesc lança número recorde de editais e contribui para expansão do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação

O ano de 2020 proporcionou a expansão do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação catarinense em direção a todas as regiões. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) contribuiu com isso ao lançar o recorde de 34 editais. O número é mais de três vezes superior à média dos anos anteriores.

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, explica que a missão é promover o ecossistema catarinense de ciência, tecnologia e inovação com fomentos e ações de integração. Resultando em equilíbrio regional e desenvolvimento econômico sustentável. Outro papel é integrar diferentes agentes que produzem conhecimento e soluções.

“O investimento feito pelo Governo do Estado por meio da fundação é essencial para a manutenção e crescimento da pesquisa e da inovação. Buscamos cada vez mais recursos, parcerias e chamadas públicas que atendam as demandas dos setores e das áreas do conhecimento. Conectamos empresas, empreendedores, pesquisadores, universidades, governo e sociedade com foco na solução dos problemas. As ações da Fapesc já estão produzindo resultados, mas trarão ainda mais impactos positivos para a sociedade catarinense nos próximos anos”, destaca Holthausen.

Em 2020, também houve um trabalho para modernizar a fundação e prepará-la para os desafios de 2021. O projeto de reforma da sede foi estruturado e houve um levantamento de necessidades de equipamentos tecnológicos e softwares.

Foram lançados pela Fapesc três editais para combate à pandemia e seus efeitos, resultando em 16 projetos aprovados e um investimento que chega a R$ 2,2 milhões. Entre as soluções mais aguardadas no Brasil e no mundo está o desenvolvimento de vacinas.

Um dos estudos propõe a combinação da vacina já existente contra tuberculose (BCG) como um novo imunizante para o coronavírus. Neste momento, o grupo de pesquisa desenvolve bactérias BCG contendo antígenos do SARS-Cov-2 com o objetivo de proteger de uma única vez contra tuberculose grave e Covid-19.

Enquanto a vacina catarinense não chega, outro estudo propõe o uso de um imunizante que já esteja no calendário vacinal, como é o caso da tríplice viral que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Os resultados preliminares apontaram que quem recebeu a vacina ficou imune ou teve sintomas menos graves da doença.

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