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Entenda a importância das vacinas na prevenção de doenças

Você sabe para que servem as vacinas? Elas estimulam nosso sistema imunológico pois, ao serem aplicadas, elas introduzem algumas bactérias ou vírus inativos em nosso organismo e fazem com que nosso sistema imunológico reconheça agentes dos quais podem causar doenças, dessa forma, produzem anticorpos para evitar as enfermidades causadas por alguns microrganismos.

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Sabe-se que a vacinação tem sua eficácia comprovada, previne doenças e em alguns casos pode erradicá-las, caso da poliomielite, que já não existe mais em nosso país desde os anos 90, tudo isso se alcançou devido às políticas de prevenção do Sistema Único de Saúde (SUS).

VACINAR É PRECISO

Ela teve início no século XVIII, quando um médico inglês chamado Edward Jenner se dedicou durante 20 anos de sua vida para estudar e se aprofundar sobre a varíola, uma doença viral que é extremamente grave e que causa dor de cabeça, febre alta e dor no corpo, além de lesões na pele e que pode levar a morte.

Já no século 20, uma epidemia desta mesma varíola surgiu entre as décadas de 1900 e 1970, deixando cerca de 500 milhões de mortos em todo o mundo. Em 1960, vários países se uniram e elaboraram grandes campanhas de vacinação, para fazer com que esta doença infecciosa e sem cura, se tornasse a única moléstia a ser erradicada. Aqui no Brasil, sabe-se que o último caso notificado ocorreu em 1971, no mundo foi em 1977, na Somália.

Ao passar dos tempos, as vacinas foram decisivas para que muitas doenças infecciosas letais fossem controladas. Apesar disso, em 2015, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu um alerta global que informava a todos que uma em cada cinco crianças ao redor do mundo ainda não recebiam as vacinas consideradas básicas.

 

Imunoprev Clínica de Vacinação

 

Na última década, com o baixo número de imunização, doenças que eram consideradas sob controle na maior parte do mundo estão de volta e em grande intensidade. Caso do sarampo, grande responsável por surtos na Europa e na América; a poliomielite; e as hepatites, que matam mais que o HIV.

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Aqui no Brasil, cerca de 300 municípios estão em alerta em relação a poliomielite, que também é conhecida como paralisia infantil. O sarampo também teve aumento considerado em nosso país no primeiro semestre deste ano.

“MAIS DE 80 MILHÕES DE CRIANÇAS COM MENOS DE UM ANO CORREM RISCO DE CONTRAIR DOENÇAS QUE PODEM SER EVITADAS POR VACINAS.” (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE)

 

Os impactos causados pela pandemia têm gerado grandes quedas nas taxas de vacinação aqui no Brasil. Na verdade, essa virou uma tendência mundial. Sistemas de vacinação no mundo todo foram afetados pelas medidas de prevenção à covid-19, o que deixou cerca de 90 milhões de crianças próximas a um ano de idade em risco de contrair possíveis doenças que poderiam facilmente ser imunizadas através da vacinação. Estes números são de uma pesquisa realizada com cerca de 80 países pela UNICEF e pela OMS.

Minha pequena está com oito meses e meio e sua carteira de vacinação está em dia. Alessandra e eu tivemos esta preocupação pois, enquanto não a vacinamos, a sensação é de que estamos omitindo o bem-estar e a saúde que tanto queremos que a Mila tenha.

 

“AS PESSOAS NÃO PODEM CONSIDERAR O CORONAVÍRUS MAIS IMPORTANTE QUE AS DOENÇAS JÁ EXISTENTES A PONTO DE ESQUECÊ-LAS! ESSE É UM GRANDE ERRO, TORNANDO-SE UM PROBLEMA MAIOR AINDA!” (FELIPE LIPRANDI MINATTO)

 

Ainda me preocupo com o sarampo. É uma questão matemática e simples. Vejamos! Se hoje, a taxa de transmissão do coronavírus é de três pessoas a cada um contaminado, com o sarampo, uma pessoa infectada pode contaminar entre nove e dez pessoas. Ou seja, o sarampo é muito mais contagioso que o coronavírus.

 

TEMOS QUE CUIDAR DAS NOSSAS CRIANÇAS. VOCÊ SABE O QUE FAZER?

 

Outra doença da qual preocupa e muito papais e mamães é a poliomielite, mas você e eu a conhecemos por paralisia infantil. Trata-se de uma doença viral que infecta adultos e crianças e, em casos mais graves, pode levar a paralisia geralmente ocorrida nos membros inferiores. Ela é acometida principalmente em crianças com menos de cinco anos de idade onde uma em cada 200 destas infecções levam a paralisia irreversível. Entre os infectados, de 5% a 10% podem morrer devido a paralisia dos músculos respiratórios.

 

 

Equipe Imunoprev. ( registro feito antes dos protocolos sanitários de combate a Covid-19)

 

É bem verdade que os casos de pólio diminuíram mais de 99% nos últimos 40 anos, graças à vacinação. Porém, enquanto houver criança infectada, todas as demais crianças do mundo correm o risco de contrair esta doença. Precisamos então erradicá-la através da vacinação.

 

MOVIMENTO ANTIVACINA: VOCÊ FAZ PARTE?

Este é outro grande motivo que contribui para a queda nas taxas de vacinação. Este movimento promove a ideia de que a imunização não deve ser feita pois elas podem oferecer certos riscos para o paciente. Ideia da qual eu, enquanto pai, combato com unhas e dentes.

“É PRECISO QUE TENHAMOS CONSCIÊNCIA PARA EVITAR O ACHISMO. DEVEMOS ACREDITAR NA CIÊNCIA QUE EVOLUIU AO LONGO DOS SÉCULOS, BEM COMO DEVEMOS TER O DISCERNIMENTO SOBRE COMO PODEMOS E DEVEMOS PROTEGER ADEQUADAMENTE A SAÚDE E A VIDA DE NOSSOS FILHOS!” (FELIPE LIPRANDI MINATTO)

 

TODO BRASILEIRO TEM SUA CADERNETA DE VACINAÇÃO

O Ministério da Saúde, oferece gratuitamente cerca de 27 vacinas a todos os brasileiros de diferentes faixas etárias, através do Plano Nacional de Imunização. São vacinas que podem combater caxumba, sarampo, rubéola, tuberculose, tétano, febre amarela, coqueluche, difteria, poliomielite, HPV e influenza. A responsabilidade perante as vacinações é dos pais, que devem manter a caderneta atualizada durante a infância, já que esta é a etapa da qual estão a maioria das vacinas consideradas obrigatórias no Brasil.

 

Equipe Imunoprev

 

Semana passada abordei sobre a pediatria e sua importância, hoje, a vacinação. E não foi por acaso que estes dois temas tão importantes vieram em sequência. Quando conversei sobre a Clínica Infantil com o doutor Aristides, fiquei sabendo que a sala de vacinação da clínica tinha se tornado a Imunoprev – Clinica De Vacinação.

Para saber mais sobre a Imunoprev, entrei em contato com a Luciana Farias da Silva, a Lu, esposa do Dr. Aristides e uma das sócias-proprietárias da clínica. Ela me disse que existe uma grande diferença entre as vacinas oferecidas pela rede pública e privada. “A maioria dos pediatras sabem desta realidade, mas é claro que as pessoas têm a opção da livre escolha. Mas esta informação já é passada pelo pediatra aos pais pois, normalmente, estas vacinas são diferentes. As vacinas da privada são mais completas e protegem mais, bem como algumas vacinas a rede pública não oferece. E se formos falar de todo o calendário vacinal, são mais de 20 vacinas. Aos pais e mães que chegam até nós, explicamos todas elas e como elas reagem em nosso organismo. ”

 

“A VACINAÇÃO É SUPER IMPORTANTE, É PROTEÇÃO! QUEM AMA, VACINA, CUIDA E PROTEGE! VACINA É PREVENÇÃO!” (LUCIANA FARIAS DA SILVA)

 

Vacinação em gotinha do Rotavírus

 

Em nossa conversa, a Lu ainda nos relata que a Imunoprev conta com mais duas sócias-proprietárias: Criseli Mattei, que também é a enfermeira responsável técnica pela clínica e Fernanda Sakae, responsável pelo marketing da empresa. Já o Dr. Aristides se encaixa como médico responsável técnico da clínica.

Quando as visitei, percebi um ambiente totalmente agradável aos olhos, não só pelos adultos, mas também pelo público infantil. Salas de vacinação bem lúdicas com teto enfeitado com estrelas. Já na recepção, uma piscina de bolinhas que é super colorida e muito convidativa. E um diferencial da clínica é a vacinação domiciliar que iniciou há pouco, com agendamento fácil e rápido pelo whatsapp mesmo.

Tudo isso serve para facilitar o esquema de vacinação. Sabemos que nem sempre é fácil vacinar um filho, imagina então, trabalhar com isso! Coloque-se no lugar das meninas desta clínica que trabalham incansavelmente para que tudo ocorra da melhor maneira possível! Perguntei também, como são armazenadas e aplicadas as vacinas, vejamos o que a Lu respondeu: “A refrigeração é superimportante e damos prioridade a isso. Temos várias geladeiras específicas pois, temperatura correta e cuidado com a vacina são primordiais. Na imunoprev, há duas vacinadoras capacitadas para vacinar, a Criseli e a Aline, ambas têm vasta experiência nessa especialidade da qual é muito difícil encontrar, visto que a aplicação de vacinas da rede pública é totalmente diferente da privada. Nosso atendimento também é um dos diferenciais. Sempre retornamos rapidamente aos interessados, seja pelo WhatsApp ou por telefone mesmo. Assim que o pai ou mãe chegam na recepção, eles já recebem todas as informações necessárias, para que ninguém saia com dúvidas sobre o processo de vacinação. Nossos clientes são fieis pois sabem da nossa qualidade, tanto de atendimento quanto dos produtos que utilizamos. Damos a maior importância na questão de vencimento e validade das vacinas! ”

 

Imunoprev em vacinação domiciliar

 

E você sabia que algumas das vacinas oferecidas na rede privada protegem mais que as vacinas da rede pública? Sabias ainda que, as vacinas da rede pública protegem mais do que qualquer movimento antivacina? Vacinar é proteger, é cuidar de quem você ama! A criança pode até chorar no momento, ficar “caidinha” um ou dois dias, mas a proteção e o alívio são duradouros! Vacine!

 

Agora, vai lá no INSTAGRAM DO CEPIN e veja como funciona o calendário vacinal.

#vemprocepin

 

Cepin- Foto: Sami Godói

 

Agradecimento especial:
– Luciana Farias da Silva – IMUNOPREV CLÍNICA DE VACINAÇÃO.

 

* Algumas fotos foram feitas antes dos protocolos sanitários de combate ao covid-19 entrarem em vigência.
** Os citados e fotografados neste artigo participaram de forma consciente, livre e esclarecida.

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