Criciumense na Flórida relata sobre a espera pelo Furacão Dorian

O comportamento de Dorian é imprevisível. Depois de ser considerado uma séria ameaça para Porto Rico, ilha que se salvou de seu trajeto, não se sabe qual cidade do sudeste dos Estados Unidos ele atingirá. Os especialistas calculavam que o furacão de categoria 4 (de um máximo de 5) chegaria à Costa Leste neste domingo, 01, mas ontem, 30, adiaram para segunda ou terça-feira.

Portas e janelas das casas estão sendo fechadas

Um criciumense que está na rota do furacão relata sobre a mobilização no estado da Flórida. Luiz Henrique Serafin, de 35 anos, vive há três anos, na região de Boston, com a esposa, Greice Fernando Teixeira, 38 anos e o filho Lucas, de seis anos. De férias, resolveu passar uns dias na casa de um amigo na Flórida. “Quando viemos para cá, sabíamos apenas da chegada de uma tempestade tropical que ganhou força e se transformou no Furacão”, conta Serafin e lamenta que não vai presenciar a chegada do Dorian, pois ele e sua família retornam para a casa amanhã, 01.

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Tapumes de madeira estão sendo colocados nas portas e janelas das residências

Moradores são orientados pelas autoridades

Os moradores não são pegos de surpresa, todos são orientados e superpreparados para este tipo de situação. A população é orientada pelas autoridades a fechar todas as portas e janelas com tapumes, além disso, devem estocar comida e água. Ainda segundo Serafin, os meios de comunicação estão anunciando o fenômeno há uma semana, 24 horas por dia. “Tempo em que a maioria já se organizou. Em grande parte dos supermercados as prateleiras já estão vazias, não há mais comida e muito menos água. Nos postos de combustíveis as filas para abastecer são gigantes”, revela.

Prateleiras dos supermercados vazias

O presidente Donald Trump cancelou sua viagem à Polônia e enviou seu vice, Mike Pence, para poder acompanhar de perto a situação do furacão. “Tudo indica que vai atingir [a costa] com muita força e será muito grande”, disse o mandatário num vídeo que compartilhou pelo Twitter, comparando Dorian com o furacão Andrew, que arrasou milhares de casas ao sul de Miami, com ventos de 266 quilômetros por hora em 1992.

 

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