Conhecendo mais sobre o autismo

O I Simpósio Sul Catarinense sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), evento voltado para profissionais de saúde, estudantes, educadores e familiares, busca oferecer um conhecimento maior em torno do tema. “A proposta é de discutir aspectos importantes na atenção das pessoas com TEA, no que se refere ao diagnóstico, avaliação, estratégias de intervenção, bem como inclusão educacional e social; pautados nos preceitos da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA”, informam uma das organizadoras, a fisioterapeuta Elisa da Silva Bobsin e a pedagoga, Valéria Bernardo.

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Promovido pela Associação de Pais e Amigos dos Autistas da Região Carbonífera (Ama-Rec), acontece nos dias 30 e 31 de agosto (sexta e sábado) no Auditório Ruy Hülse da Unesc.

Na programação inclui palestras, mesas redondas e exposição de banners, onde o autismo será abordado por inúmeras perspectivas. Serão discussões sobre nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, pedagogia, psiquiatria, genética, neurologia e direito. Entre os temas abordados, destaque para Transtorno do Espectro Autista: Um ou vários autismos?  Transtorno do Espectro Autista: Passado, Presente e Futuro, Educação, Políticas Públicas e Direito da Pessoa com TEA, entre outros, tratados por profissionais especializados na área.

As inscrições ainda estão no primeiro lote até amanhã quinta-feira, 15, e podem ser feitas pelo site https://doity.com.br/simposiosulcatarinensetea

Saiba mais

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento que ocorre precocemente, com a alteração em processos importantes no desenvolvimento social, cognitivo e da comunicação. Pessoas com TEA apresentam déficits na comunicação e interação social, com pouca flexibilidade para mudanças de rotina, além de dificuldades para compartilhar emoções e integrar as diferentes percepções sensoriais.

O diagnóstico ainda é clínico, o que pode muitas vezes, levar as famílias a buscarem a opinião de vários profissionais. Muitos pesquisadores têm se empenhado, para responder de forma mais precisa aos anseios das famílias e profissionais envolvidos nesse processo. O avanço advindo das Políticas Públicas na área da pessoa com deficiência, não são suficientes para o atendimento efetivo dessas pessoas, bem como acolhimento e apoio de seus familiares, visto que na prática há falhas na integralidade dos serviços de atendimento.

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