Clima de greve entre os ceramistas

A diretoria do Sindicato dos Ceramistas, segue realizando panfletagens para mobilizar os trabalhadores para às assembleias que ocorrem amanhã, 17. “Vamos definir que rumos devemos dar à campanha salarial, inclusive com greve, em cinco assembleias”, destaca o presidente do Sindicato, Itaci de Sá.

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As assembleias estão marcadas para acontecer na sede do Sindicato, no Centro de Criciúma, no bairro São Domingos e em Cocal do Sul, em horários que permitem a participação dos profissionais de todos os turnos de trabalho.

“O trabalhador está consciente, o acesso à internet é uma ferramenta poderosa, todos sabem pesquisar, fazer contas e, principalmente, constatar que nunca os patrões foram tão injustos com seus empregados; no mesmo momento em que a produção e as vendas estão em 100%, o sindicato patronal, motivado pela Duratex, quer promover a maior e mais injusta retirada de direitos dos ceramistas de Criciúma e região”, comenta Itaci de Sá, certo da participação da categoria às assembleias convocadas.

Reivindicações

Conforme o presidente do sindicato, os trabalhadores querem a renovação da atual convenção coletiva com aumento real de 3%. “Os patrões querem congelar o piso salarial (R$ 1,8 mil), estabelecer para novos contratados que não sejam da linha de produção mínimo estadual como piso ($ 1,4 mil), reduzir o adicional noturno de 30% para 20%, as horas extras dos feriados e domingos de 100% para 50% e o abono de férias dos sócios (R$ 1,2 mil) estender para todos os trabalhadores, mas com valor de R$ 600,00”, disse ele.

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